segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Taxista, O Entregador de Vinhos



Quando cheguei na rodoviária fiquei em dúvida se pegava o metrô ou se pegava um táxi, mas como estava bem na hora do pico, achei que seria loucura pegar o metrô com minha mala, logo depois de uma viagem de seis horas, com um monte de gente voltando do trabalho.

No caminho pra casa vim conversando com o taxista. Ele veio me contando que há um tempo atrás ele trabalhava como motorista de caminhão de pequeno porte, fazendo entrega de vinhos importados de vários países, que chegavam em São Paulo e ele levava até o Rio de Janeiro. Uma coisa que me chamou a atenção foi justamente a parte de como a vida dos ricos é tão diferente da minha realidade.

Ele, o taxista, levava algumas garrafas de SP até RJ, mais propriamente até a Marina da Glória (que ele chamava de Glória da Marinha, mas deduzi que fosse a Marina da Glória pois disse que era perto do Aterro do Flamengo...), pegava um barco e através da localização passada ia ao encontro do cliente. Assim chegando, entregava estas garrafas ao cliente, onde este por sua vez provava todos estes vinhos. O mais engraçado foi a demonstração do taxista de como o cara fazia para degustá-los. Colocava o líquido na boca, fazia bochecho, cuspia e dizia: "Quero este", "Este não", "Este sim"... e assim por diante.
Ao término de todo esse processo, o taxista, que na época era o entregador, anotava os pedidos, voltava para São Paulo e um ou dois dias depois tinha que dirigir para o Rio novamente, só que desta vez com a carga encomendada para o armazém da loja desse cliente.
O mais impressionante de tudo era que ele disse que no meio das encomendas não existia garrafa de R$50,00... era tudo a partir de R$600,00... totalmente surreal rs... não consigo me imaginar emitindo uma nota de R$6.000.000,00...
Imaginem o cara lá ralando como motorista, indo de encontro a um cara que está ocupado em seu iate, acompanhado de várias mulheres de biquíni, ancorado na Marina, tomando uísque e comendo petiscos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bugigangas



Caminhando por entre as prateleiras da Fnac vi um livro que me chamou a atenção. Tinha uma capa verde e quadrada, as páginas eram grossas, e parecia com livro infantil. Em um dos cantos havia um compartimento que guardava um taquinho de golf muito pequeno e duas bolinhas. Chamava-se "The Miniature Book of Miniature Golf". A cada página que virava havia um mini tipo de campo de golf onde nele a pessoa podia jogar de verdade!

Me deparando com essas coisas lembro que sou adepta à comunidade "A gente morre e não vê tudo".

Ao lado dele havia uma caixinha com uma foto de tv antiga. Curiosa que sou, fui ver do que se tratava. Não acreditei quando li que aquilo era uma caixinha para colocar o Iphone dentro e ver vídeos como se fosse uma tv antiga! Rs..

Esta moda vintage é o must! hehehe.. =P